Afinal, qual custo da gravidez? 4 informações que vão te ajudar a fazer as contas

custo da gravidez
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A maioria das mulheres sonham em ter um filho um dia. No entanto, antes de alcançar esse objetivo, muitas variáveis precisam ser levadas em consideração e, a principal delas, é o custo da gravidez.

Engravidar exige planejamento. Tudo precisa estar em ordem para a chegada do bebê, desde a compra de fraldas até a reforma do quarto e, em alguns casos, a mudança para um espaço maior, mais seguro e confortável.

Nesse sentido, escrevemos este artigo para apresentar a você os 4 principais custos de uma gravidez e o que fazer para arcá-los, sem colocar em risco o seu orçamento familiar. Acompanhe!

1. Consultas e exames laboratoriais

As consultas e exames laboratoriais são fundamentais para garantir a saúde e bem-estar da gestante e do bebê. Por esse motivo, é fundamental se planejar financeiramente para fazer o pré-natal de maneira adequada.

No geral, as consultas costumam custar entre R$ 150 a R$ 300 (em média). Sendo assim, o ideal é multiplicar o valor da consulta pelos meses de gestação. Assim, você terá o montante necessário para arcar com os primeiros custos da gravidez.

Além do obstetra, é importante inserir em sua conta os gastos futuros com o pediatra, tendo em vista que esse acompanhamento é fundamental por, no mínimo, um ano após o nascimento da criança. Os valores das consultas costumam girar em torno do mesmo montante que é cobrado pelo obstetra.

Outro ponto importante são os exames laboratoriais, que são essenciais para identificar possíveis doenças na gestante e no feto. Alguns deles, geralmente, têm um preço mais acessível. No entanto, outros têm um valor mais elevado, os quais variam de acordo com cada laboratório.

2. Medicamentos usados na gravidez

Os custos com medicamentos também precisam ser incluídos no seu planejamento, uma vez que o obstetra pode prescrever alguns remédios para aliviar o desconforto e mal-estar. Além disso, existe a possibilidade de ele indicar cremes e óleos para evitar estrias e, também, polivitamínicos.

Evite ingerir medicamentos que foram indicados por amigas e familiares, e só tome se o seu médico receitar. Isso porque os organismos são diferentes e nem sempre a medicação que fez bem para uma pessoa fará bem para outra.

3. Ultrassons de acompanhamento

Os ultrassons de acompanhamento são cobrados separadamente, isto é, o valor que é pago para realizar a consulta não inclui esse tipo de exame. Por esse motivo, entre em contato com os especialistas que gostaria de fazer o acompanhamento e verifique qual é média cobrada por ultrassom. Assim, você poderá acompanhar o crescimento do seu bebê de maneira tranquila.

4. Parto e acompanhamento do pediatra

Outro ponto que merece muita atenção é em relação ao parto e demais despesas hospitalares. Quando a mulher é internada, ela precisa pagar o quarto do hospital, o obstetra que fará a cirurgia, o pediatra que fará o acompanhamento do bebê, a anestesia e o anestesista, e toda a equipe que auxiliará o médico nesse momento tão especial.

Sendo assim, prepare o bolso, pois essa questão pode pesar muito no orçamento se ele não for planejado adequadamente.

O custo da gravidez pode se tornar bem oneroso. Por isso, é importante contar com um plano de saúde para ter acesso a um atendimento de qualidade, sem precisar comprometer a saúde financeira familiar.

No entanto, não se esqueça do prazo de carência estipulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar, o qual exige que o tempo a ser aguardo para que você possa usufruir do plano de saúde no momento do parto é de dez meses.

Gostou das nossas informações? Então acesse agora nosso artigo que explica os diferenciais do plano de saúde para gestante. Boa leitura!

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